Acompanhe a cotação de grãos em vários países, demanda do mercado e valor do frete em um só lugar

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Imagine saber os preços dos grãos em vários países, o tamanho da demanda, o valor dos fretes e outras informações que podem proporcionar vantagens na comercialização. Agora isso é possível, veja como:

 

A comercialização ainda é o gargalo de muitas propriedades rurais do país, afirmam especialistas do setor. Os aumentos recorrentes de produtividade dos grãos é atribuído principalmente à verticalização da produção, ou seja, investimento em novas tecnologias e melhores manejos. Entretanto a rentabilidade dos produtores não avançou na mesma velocidade, e a razão pode estar justamente ligada à forma como se comercializa esses produtos.

 

De fato, não é fácil acompanhar o avanço tecnológico, com milhares de informações espalhadas pela internet diariamente, e ainda concorrer com quem se dedica exclusivamente a especular no mercado financeiro e já sabe onde pegar dados como: clima, preços do produto nos principais países compradores, tamanho da demanda dos compradores, valores de fretes, entre outros.

 

Juntar essas informações a métodos variados de comercialização pode ser a diferença entre conseguir altas rentabilidades ou vender a qualquer preço para não ficar com o produto na mão. Uma ferramenta lançada pela Bloomberg pode unir tudo isso em um só lugar e, de quebra, profissionalizar a comercialização dos grãos da fazenda.

 

Veja 10 vantagens da ferramenta profissional de mercado que fará sua comercialização decolar, contando com a opinião de cooperativas e empresas:

1 – Travamento de câmbio via leilão, sem pagamento de corretagem

Por muitos anos, o produtor foi obrigado a ter um intermediador para travar o câmbio de sua venda.  Usando uma plataforma profissional, o produtor irá leiloar em tempo real o componente dólar de sua venda junto aos bancos com os quais trabalha.  Apenas dessa forma, ele terá total transparência da negociação e saberá que não está pagando corretagem a um terceiro.

 

Exemplo de leilão de venda de 5 milhões de dólares.

Economia de R$ 25.000,00 por ter fechado na maior taxa.  Registro permanece gravado por 7 anos.

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Exemplo de Leilão de 5000 Toneladas de soja base Rondonópolis/MT
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2 – Venda de produto físico via leilão, sem pagamento de corretagem

Da mesma forma que executado para o leilão de câmbio, o produtor poderá vender sua produção diretamente para os compradores que ele escolherá, sem intermediação.  Essa plataforma permite leiloar a produção aos compradores com os quais o produtor tem relacionamento. Essa execução em tempo real permite visualizar os maiores preços oferecidos sem que o agricultor deixe seus lotes com preços de indicação.

3 –  Usar o mercado de derivativos como seguro de preço

Vamos supor que o preço da soja está em um determinado patamar, e o produtor acredita que o preço ainda pode subir mais ou mesmo tem receio de que, quando colher, os preços estejam mais baixo que os atuais. Nesses dois casos, o mercado de derivativos oferece contratos de Opção de Venda ou de Compra, que garantem preços mínimos ou participações na alta, não deixando-o exposto a oscilações de preço comuns no setor

 

4 – Previsão climática local e internacional

O conhecido ”mercado de clima” traz severas oscilações de preço nos mercados agrícolas em todo o mundo. Estar ciente de tais nuances faz a diferença entre vender na alta ou na baixa. Seja para decisões de plantio ou colheita, ou para antecipar o impacto do clima nos preços, o terminal traz previsões e histórico climático locais e globais.

 

5 – Monitoramento de margem de esmagamento nos destinos

Com essa opção, o produtor terá acesso a informações relativas à demanda nos principais destinos compradores. Ao saber se a margem está positiva ou negativa na China ou na Europa, o produtor terá boa leitura do apetite de compra nas origens (exemplos: Brasil, Argentina, EUA) e poderá posicionar sua decisão de venda.

 

6 – Comparação de preços nas origens competidoras

O produtor brasileiro compete com o argentino, o americano e o ucraniano em mercados como soja, farelo de soja, milho e algodão. Essa comparação se dá ao medir os preços nos respectivos portos. Ao saber que seus concorrentes estão mais ou menos agressivos na comercialização, o produtor poderá ajustar sua decisão de venda.

 

7 – Acompanhamento de previsões e estatísticas oficiais e boletins de safra

O terminal publica em tempo real as estimativas de safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), assim como as expectativas dos agentes de mercado. Também são disponibilizados boletins de safra e previsões de órgãos não governamentais.

 

 

8 – Carregamento de dados financeiros proprietários para correlação comercial

Todo produtor mais profissionalizado possui muitas planilhas próprias com históricos de gastos (custeio, relações de troca, insumos) que, juntas, dão rumo às projeções do negócio. A plataforma da Bloomberg aceita a introdução dessas informações no sistema, tornando-as possíveis de correlação com dados de mercado e visualização por gráficos.  

 

 

9 – Histórico dos preços dos fretes (rodoviário e marítimo), além do geo-posicionamento das embarcações nos portos

Essa é uma ferramenta fundamental para o bom andamento dos negócios, já que com ela o produtor consegue se planejar antecipadamente em relação à logística da safra. Além disso, a ferramenta oferece uma atualização rápida da situação dos navios nos portos. Isso facilita até encontrar boas oportunidades de negócios. O impacto desta análise traz uma melhor compreensão dos estoques (oferta e demanda).Ajuda na decisão de armazenagem para venda fora do pico de safra.

 

10 – Histórico de preços domésticos com mais de 20 anos de dados

Possuir um longo histórico de preços físicos no Brasil e determinar se, normalmente, um período têm preços mais altos ou baixos pode representar a diferença entre se posicionar no mercado e aproveitar o momento, ou atuar com atraso e seguir o que a maioria já está fazendo.  Esse histórico de preços pode ser analisado em qualquer moeda e decomposto entre componente Bolsa (Chicago), prêmio de exportação, custos logísticos e câmbio.

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