Saiba como combater o mofo branco, inimigo oculto das lavouras de soja

BAYER DESTA

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Conhecido como inimigo oculto das lavoras, o mofo branco – que tem a capacidade de se “esconder” por até 11 anos, à espera de que o clima favoreça sua propagação – deve encontrar neste ano um cenário favorável para se alastrar com a previsão de La Niña depois de um ano de El Niño. A região Nordeste deve sentir um impacto maior com a chegada das chuvas e, com isso, já amplia sua demanda por fungicidas para combater a doença.

No Brasil, o patógeno está presente em pelo menos 25% das lavoras de soja, segundo relato do pesquisador da Embrapa Maurício Meyer. Levando em consideração que a oleaginosa é uma das principais culturas do país, responsável por 38% do valor total arrecadado anualmente com as exportações, segundo dados do Ministério da Agricultura, doenças como o mofo branco, que possuem grande potencial para causar prejuízos, representam um importante fator de restrição da produção e da rentabilidade do produtor. “Mas os prejuízos não param na soja. Para ter uma ideia, no feijão, a doença é capaz de causar perdas de até 70% nas lavouras”, afirma Meyer.

O mofo branco manifesta-se com maior severidade em áreas de clima chuvoso, temperatura amena e alta umidade relativa do ar, conta o gerente de marketing da BASF, Stael Prata. Segundo ele, o manejo do mofo branco deve ser realizado através da adoção de medidas que visem à redução do inoculo. Entre elas, estão a utilização de sementes de boa qualidade, tratadas com fungicidas adequados; o emprego de controle químico, através de pulverizações foliares, principalmente, no período de maior vulnerabilidade da planta; etc. “Se o controle não for feito de forma adequada, os fungos que causam o mofo branco podem sobreviver por um período de até 11 anos”, alerta Prata.

Atenta a isso, a BASF lançou um novo fungicida, o Spot SC, que combina dois mecanismos distintos de ação com os ingredientes ativos Boscalida e Dimoxistrobina, que juntos proporcionam a manutenção do potencial produtivo no longo prazo devido à redução das estruturas de resistência conhecidas como escleródios (fungos). “O controle químico é uma das ferramentas essenciais para reduzir a incidência do mofo branco, principalmente com o tratamento de sementes e aplicações foliares”, completa Stael.

Com duas aplicações, uma no início da fase reprodutiva e outra até dez dias depois da primeira aplicação, é possível alcançar maiores níveis de produtividade quando comparado com lavouras sem o uso de qualquer fungicida. “Isso pode fazer a diferença entre ter margem de lucro ou prejuízo com a safra. Por isso a importância de se antecipar à doença”, conta o gerente de marketing da BASF. A tabela abaixo ilustra um trabalho de campo realizado pela Fundação Chapadão. Nela, ficam evidenciados os benefícios da utilização de fungicidas para o controle do mofo branco, bem como mostra a superioridade de performance e alto nível de controle do Spot SC frente aos seus concorrentes.

BASF TABELA

Diante da previsão que o fenômeno La Niña será mais intenso nesta safra, o que deve trazer mais chuvas ao país, a expectativa é que o mofo branco se alastre por várias regiões, principalmente no Nordeste brasileiro. Essa perspectiva já incentivou os produtores baianos a comprar mais fungicida contra a doença. “Neste ano, nossas vendas para o estado aumentaram muito. Os sojicultores da Bahia não querem sofrer com mais esse problema e já se anteciparam”, afirma Prata.

Saiba mais no site do Spot SC.